PAPÉIS AVULSOS

BLOG DE AFORISMOS E “DESAFORISMOS” EM GERAL!

28/1/08

MUDANÇAS

     Olá, caro internauta que se aventura por estas maltraçadas linhas.

 

     Como você pode perceber, este blog está entregue às moscas: atualização defasada, posts ridículos, falta de interesse em inovar e outras merdas que só fazem este espaço afundar no ocaso.

 

     Mas este período sombrio está para terminar: Sexta-feira, dia 1º de Fevereiro, estaremos estreando a nova fase de Papéis Avulsos: se tudo der certo, o blog será atualizado todas as Sextas-feiras trazendo sempre cinco posts distintos:

 

- TEXTOS: Este post trará aquelas histórinhas mal escritas e mal ilustradas que você bem conhece, além de poemas de pé quabrado, piadas, opinião e outras merdas tiradas deste vaso sanitário que é minha mente doentia!

 

- CITAÇÕES: Aquelas citações que são a única coisa inteligente que salva este lixo de blog!

 

- RELIGIÃO: Baseado em parcerias inexistentes deste blog com sites noticiosos (de preferência ateus), estarei trazendo toda a escória feita por todas as religiões, que por sinal são uma bosta!

 

-  CIÊNCIA: Meio que uma continuação do post sobre religião, este será dedicado a curiosidades científicas e novas descobertas que põem as religiões em seu devido lugar: na privada!

 

- IMAGENS: Este post será mais dedicado a imagens interessantes sobre tudo um pouco. Nem eu sei o que porei nesta bagaça. Aguardem!

 

     Como você pode ver, tentarei manter esta lata de lixo atualizada o máximo possível. Chega de preguiça e morosidade! Espero contar com o apoio de todos vocês!

 

     Agora - espero - é pra valer! Até Sexta-feira!

criado por André Marcon    13:11 — Arquivado em: OPINIÃO

14/1/08

FRASES e IDÉIAS XIII

Marcos Luiz dos Mares-Guia

 

"O nosso Brasil é um país aberto. Quem quiser pode montar qualquer coisa aqui, desde que não seja computador, automóvel, arma e, provavelmente, avião."
Marcos Luiz dos Mares-Guia
(1935-2002)
Bioquímico brasileiro

"A fama é a soma de mal-entendidos que se formam em torno de um homem."
Rainer Maria Rilke
(1875-1926)
Poeta tcheco

"Os limites da cidade não estão regidos pela distância, mas pelo tempo."
Francisco Saenz de Oiza
(1918-2000)
Arquiteto espanhol

"Com o punho fechado não se pode trocar um aperto de mãos."
Indira Gandhi
(1917-1984)
Política indiana

"Para os crentes, Deus está no princípio de todas as coisas. Para os cientistas, no final de toda reflexão."
Max Planck
(1858-1947)
Físico alemão

"Teólogos extintos jazem à volta do berço de toda ciência."
Thomas Henry Huxley
(1825-1895)
Biologista inglês

"A beleza é um reino muito pequeno."
Sócrates
(469-399 a.E.A.)
Filósofo ateniense

"Um homem não é outra coisa senão o que faz de si mesmo."
Jean-Paul Sartre
(1905-1980)
Filósofo francês

"Sempre ansiamos por visões de beleza, sempre sonhamos com mundos desconhecidos."
Máximo Gorki
(1868-1936)
Escritor russo

"É melhor usar nossa própria cabeça um par de minutos do que um computador um par de dias."
Francis Crick
(1916-2004)
Biofísico inglês

"Deus tenha piedade do homem de um sonho só."
Robert H. Goddard
(1882-1945)
Físico americano

criado por André Marcon    7:36 — Arquivado em: CITAÇÕES

7/1/08

O CAMINHO DAS PEDRAS DE UM BLOG

 

     O texto abaixo foi escrito e publicado neste blog em 07/01/2007, num período de dificuldades que, felizmente, é passado. Fica aqui o registro dessa época, que faz parte da história do blog e também é um oportunidade para quem leu ler novamente e para quem não leu, ver como este que vos escreve é um idiota e o quanto eu adoro perder tempo com esta bobagem.

 

* * *

 

     Eis que o ano novo chegou e foi entrando sem pedir licença.

     Esta é a primeira leva de material do ano de 2007 deste blog e espero que seja a primeira de muitas outras, visto que a cada semana está cada vez mais foda publicar algo neste espaço.

     Explico: acontece que, quando comecei o blog, em Abril de 2006, por algum motivo a caixa de texto do blog não aceitava material colado de outras fontes (neste caso, o Word do Office). O blog acusava que o formato HTML era inválido.

     Pois bem, depois de algum tempo labutando e digitando textos diretamente na caixa de texto do blog, resolvi tentar colar um texto previamente digitado no Word e convertido em HTML no programa "Microsoft Script Editor". Para minha satisfação, o blog aceitou o texto colado. A partir daí, as coisas melhoraram e pude produzir e publicar textos em menos tempo e com mais agilidade. Algum tempo depois, não sei como nem porque, o blog começou a aceitar os textos colados diretamente do Word, sem precisar convertê-los em HTML. Publicar textos no blog ficou mais fácil e rápido ainda.

     Até que, três semanas atrás… Uma fatalidade.

     No domingo, como de costume até então, quando fui publicar o material da semana, qual não foi minha surpresa ao constatar que o blog não estava mais aceitando os textos colados!!! O mesmo problema do início havia retornado! Tentei de todas as maneiras colar o texto, tentei convertê-lo em HTML e colar, mas nada de obter resultados satisfatórios.

      O domingo passou, não publiquei nada, pois pensei ser problema no blog e talvez na segunda-feira tudo voltasse ao normal. Que nada. Tudo continuava do mesmo jeito. Passei a semana inteira tentando mas sem sucesso. Enfim, chegou o sábado seguinte, antevéspera de Natal. Numa atitude extrema, descambei em digitar todo o material atrasado na caixa de texto do blog. Digitei que nem um filhadaputa. Tinha material temático de Natal e não poderia deixar de lado de maneira alguma. Depois de muita labuta e dor nos dedos, consegui cumprir com meu dever. O material foi publicado a tempo.

      Conclusão da história: voltei aos primórdios do blog e me vejo escrevendo estas linhas on-line, pois não há outra forma de publicá-las. Como não sou nenhum gênio da informática, não faço idéia do que pode ter acontecido.

      Na semana em que aquele contratempo aconteceu, foi grande a tentação de mandar isto aqui à merda e parar de perder tempo com esta porcaria. Irado, cogitei até deletar o blog e esquecer isto tudo.

      Nesse meio tempo, comecei a pesquisar as ofertas de blogs de outros provedores pensando em, talvez, mudar de "casa" e começar tudo de novo. Essa busca me fez esfriar a cabeça e reconsiderar a atitude radical que estava prestes a tomar.

      Nestes oito meses o blog recebeu mais de 14 mil visitas. Uma quantia infinitamente superior ao que eu imaginava, uma vez que este blog sequer é anunciado e nunca apareceu na lista dos "mais-mais" do provedor Terra. Pra falar a verdade, até hoje nem meus pais e parentes sabem da existência deste blog!

      É por essas e outras que repensei minha posição a respeito deste incidente e decidi tocar a bola pra frente. Sou do tipo que não desiste fácil de uma empreitada e não é uma bobagenzinha destas que vai me fazer pôr tudo a perder.

      Sendo assim, caminhemos pelas sendas de 2007 devagar e sempre.

 

* * *

 

Pois é… Prosseguimos pelas sendas de 2007 e cá estamos nos emaranhando pelos dias de 2008. Tempus fugit, diziam os antigos romanos. E como fugit, digo eu!

criado por André Marcon    19:46 — Arquivado em: OPINIÃO

NO MEIO DO MATO

 

     No meio do mato estava o casal a se roçar.

     Mão boba daqui, dedada dali e os ânimos se exaltando.

     Uma protuberância formava-se sob a bermuda do rapaz.

     Os mamilos intumescidos projetavam-se sob a camiseta da menina.

     Sozinhos no meio do mato, o tesão aflorava ainda mais.

     Estendem uma toalha, tiram as roupas.

     Nus, enroscam seus corpos como se fosse um.

     Copulam afoitamente, como se aquele instante fosse o último.

     No ápice do prazer, tudo se torna vermelho.

     O corpo suado do rapaz tomba pesado sobre o da garota.

     O sangue jorra.

     Horrorizada, a menina tenta berrar. O grito fica entalado na garganta.

     Diante dela, um homem de aspecto rude mira-a fixamente.

     O homem abre o zíper de suas calças e exibe seu pênis ereto.

     Ele tira o corpo do rapaz de cima da garota e, com força, penetra seu membro no sexo dela.

     Tapa-lhe a boca e a ameaça com uma faca enquanto copula freneticamente.

     O homem rude goza fartamente dentro do sexo da garota e, por um instante, ele baixa sua guarda.

     Num ímpeto de coragem e desespero, a menina aparta-se dele com socos e chutes.

     Quando ela finalmente consegue se levantar para fugir, suas pernas bambeiam e ela cai no chão novamente.

     O homem, abotoando as calças e fechando o zíper calmamente, aproxima-se dela e enche-lhe de pontapés.

     Finalmente, com o seu machado todo ensangüentado, desfere o golpe fatal na menina.

     Ante aqueles dois corpos cobertos de sangue, o homem dirige aos céus uma piedosa prece.

     Terminada a prece, o homem recolhe seu machado e sua faca e toma o caminho de volta para sua cabana escondida no meio da floresta.

     Os animais famintos dariam um jeito naquela sujeira toda.

criado por André Marcon    8:37 — Arquivado em: CRÔNICAS

6/1/08

FRASES e IDÉIAS XII

Nicolau Maquiavel

 

"Os homens prudentes sabem tirar proveito de todas as suas ações, mesmo daquelas a que são obrigados pela necessidade."
Nicolau Maquiavel
(1459-1527)
Escritor, político e diplomata florentino

"As revoluções, como os vulcões, têm seus dias de chamas e seus anos de fumaça."
Victor Hugo
(1802-1885)
Escritor francês

"Senso comum é algo assim como saúde contagiosa."
Alberto Moravia
(1907-1990)
Escritor italiano

"O tolo, às vezes, também tem pensamentos inteligentes, mas não chega a perceber."
Danny Kaye
(1913, 1987)
Cômico americano

"Gosto cada vez mais dos homens."
Um canibal anônimo

"Na vida, primeiro o homem aprende a andar e a falar; mais tarde, a sentar-se tranqüilo e manter a boca fechada."
Marcel Pagnol
(1895-1974)
Escritor francês

"Pede conselho aos dois tempos: ao antigo, sobre o que é melhor; ao moderno, sobre o que é mais oportuno."
Francis Bacon
(1561-1626)
Filósofo inglês

"Os maus livros provocam os maus costumes, e os maus costumes provocam bons livros."
René Descartes
(1596-1650)
Matemático e filósofo francês

"Os discursos são sempre prejudiciais. Antes do banquete, atrapalham o apetite; depois, provocam indigestão."
Sandro Pertini
(1896-1990)
Político italiano

"Os erros têm seu valor, embora apenas em algumas ocasiões. Nem todos que viajam para Índia acabam descobrindo a América."
Erich Kästner
(1899-1974)
Escritor alemão

"A consciência não nos impede de cometer pecados, mas — infelizmente — de desfrutar deles."
Salvador de Madariaga
(1886-1978)
Escritor espanhol

"Os homens são como as ondas: quando uma geração floresce, a outra declina."
Homero
(Estima-se seja do século IX ou VIII a.E.A.)
Poeta grego

criado por André Marcon    22:36 — Arquivado em: CITAÇÕES

1/1/08

FELIZ ANO VELHO!

 

Feliz ano velho para você que lutou, sonhou e esperou o melhor

Feliz ano velho para você que prometeu, não cumpriu, mas não ligou

Feliz ano velho para você que esperou, se motivou, e enfim nada chegou

Feliz ano velho para mim, para você e para o vovô

Feliz ano velho para todos nós

Mas, por que ano velho?

Porque nada de novo nos aguarda no ano que chega

As contas estarão lá

As promessas serão descumpridas

Os sonhos e desejos, adiados mais uma vez

Os desastres, as perdas, as desilusões, todas elas estarão lá

Nada de novo nos aguarda no ano que vem

Tudo, tudo se repetirá num ciclo sem fim

E quando este ano vindouro findar-se

Repetir-se-á todo o ciclo outra vez

De novo,

De novo

E de novo…

Mas o ano continuará velho

Decrépito

Acabado

Como o ano que termina

Sempre.

criado por André Marcon    19:32 — Arquivado em: HUMOR

O ÚLTIMO RÉVEILLON

 

     Dudu Matarrato era o novo emergente do pedaço. Com uma vultosa herança herdada de um finado tio, não demorou a se destacar no "jet-set" nacional comparecendo às festas mais badaladas, sempre ostentando luxo e riqueza.

     Certa feita, Dudu decidiu organizar uma festa de arromba em sua casa de praia na passagem de ano. Seria o "réveillon do século", pensava ele.

     Chamou uma grande quantidade de convidados, todos da mesma faixa etária que ele (18-20 anos) e prometeu que aquela noite seria inesquecível.

     Convites distribuídos, fornecedores contatados, tudo organizado nos mínimos detalhes. A ansiedade tomou conta dos convidados curiosos para saber o que teria de tão especial naquele réveillon. O entusiasmo crescente do anfitrião também contribuía para essa curiosidade.

     Os dias se passaram e finalmente chegara a grande data. Na casa de praia de Dudu Matarrato, a euforia e a descontração davam a tônica da festa. Tudo o que se podia imaginar estava à disposição de todos: um farto buffet, bebidas alcóolicas de todos os tipos jorrando nas taças, e, para surpresa de todos, drogas em quantidades cavalares dispostas em bandejas fartas.

     O excesso de bebidas e drogas começou a surtir efeito: todos ficaram alucinados. Uns tiravam toda a roupa e pulavam na piscina; outros cantavam e urravam; casais trepavam à vista de todos, sem nenhum pudor; mulheres subiam nas mesas e faziam strip-teases para o delírio da ala masculina; outros tantos, chapados, ficavam amuados num canto ou estirados nos sofás curtindo a "viagem".

     Nessa confusão toda, o anfitrião observava toda aquela loucura com calma e tranqüilidade. Beber apenas um gole de champanhe francês. Parecia que Dudu sentia um raro prazer ao contemplar o templo da perdição em que sua casa de praia havia virado.

     Faltando poucos minutos para a meia-noite, Dudu mandou chamar todos os convidados para o grande salão de festas. Com muito custo os empregados reuniram aquela turba alucinada pelo efeito da bebida e das drogas. Uma vez todos reunidos, Dudu iniciou um breve discurso de agradecimento e de exaltação ao ano vindouro. Mesmo não entendendo nada do que escutava, a turma aplaudiu freneticamente.

     Sem que percebessem, os empregados de Dudu trancaram as portas e janelas do recinto, confinando todos ali. Terminado o discurso, Dudu anunciou que faltavam apenas 10 segundos para a meia-noite. Sendo assim, todos começaram a tradicional contagem regressiva.

     10… 9… 8… 7… 6… 5… 4… 3… 2… 1…

     FELIZ ANO NOV…………..

     Antes que completassem a frase, atiradores munidos de metralhadoras e pistolas semi-automáticas invadiram o salão e iniciaram uma chacina digna dos filmes de terror. Com um sorriso triunfante nos lábios, Dudu Matarrato sacou sua pistola semi-automática e começou a atirar também.

     Desesperados, confusos, grogues, enjoados, tontos, os convidados simplesmente não tiveram chance de escapar. Para eles, aquela cena parecia mais uma "bad trip" de ácido ou apenas um pesadelo daqueles. Os corpos caiam um a um formando um tapete macabro. Alguns convidados tentavam alucinadamente alcançar portas e janelas, mas eram alvejados antes que as alcançasse. Outros se ajoelhavam e pediam piedade desesperadamente, mas não eram poupados.

     Após muito tiroteio, berros, bagunça e confusão, não sobrou ninguém vivo entre os convidados para contar a história. O cheiro de pólvora e carne queimada empesteava o lugar. Dudu aspirava aquele odor como se sentisse o cheiro de um bom charuto cubano.

     Saindo de seu transe, Dudu expediu ordens para preparar o carro e evacuar a casa rapidamente. Não se preocupou em limpar a cena do crime ou esconder provas. Deixou a casa do jeito que estava: cheia de cadáveres e banhada em sangue. Afinal, a casa nem era dele: alugara-a através de um agente munido de nome e identidade falsos. O resto foi "moleza".

     Excitado com a sensação de atirar e matar seres humanos, Dudu queria descarregar a tensão de arquitetar e executar um plano tão audacioso, com todos os temores, ameaças e possibilidades de dar errado e ser pego pela polícia ou algo sair errado durante a execução. O sucesso do plano só fazia Dudu ficar mais e mais tenso e excitado. Num arroubo de audácia, Dudu ordenou que o motorista o levasse a um bordel de luxo. Descarregaria sua tensão enrabando a puta mais cara do lugar.

     No bordel, Dudu bebeu whisky e pagpu uma rodada para todos os que estavam ali presentes. Escolheu a dedo a puta mais cara e subiu com ela ao quarto decorado e equipado com tudo do bom e do melhor. Dudu trepou como nunca havia trepado antes. Exaustos, cochilaram alguns instantes. Dudu acordou primeiro, se vestiu e, vendo aquela formosa putinha de luxo estirada na cama toda nua, não teve dúvidas: pegou sua arma ainda carregada e disparou três tiros a queima-roupa. A puta nem teve tempo de acordar: Morreu na hora.

     Dudu saiu do quarto como se nada tivesse acontecido e foi embora. O silenciador no cano do revólver não chamou a atenção de ninguém. Quando descobrissem o corpo, Dudu já estaria muito longe.

     Chegando em sua casa, Dudu contatou alguns agentes e fez as malas. Decidiu sair do País por algum tempo e curtir uma "férias" em algum paraíso fiscal. Se gostasse de lá, pensou ele, se estabeleceria e daria uma banana para este país de terceiro mundo. "Foda-se este paisinho de merda!", concluiu.

     Em seu jatinho particular, Dudu seguiu viagem rumo a alguma ilha paradisíaca pretendendo viver de sombra e água fresca. "E muita puta chupando minha piroca!" completou Dudu em pensamento.

     Enquanto Dudu cochilava tranquilamente sonhando com algumas xoxotas, o jatinho mergulhou em uma tempestade elétrica com ventos furiosos golpeando a aeronave. O piloto tentou de tudo para manter a estabilidade do aparelho, mas seus esforços foram em vão. Finalmente, um raio atingiu uma das asas e o jatinho perdeu o controle. Caindo rapidamente, nada restava a fazer. Como um meteoro, a nave espatifou no meio da selva e explodiu.

     No noticiário do dia seguinte, três notícias chocaram a população de ressaca do réveillon:

     — Carnificina encontrada numa casa de praia: dezenas de corpos metralhados estirados no chão e uma grande quantidade de drogas encontradas no local;

     — Prostituta de luxo é assassinada a queima-roupa em bordel de gente muito rica;

     — Aeronave particular enfrenta mau tempo, cai no meio da selva e explode: nenhum sobrevivente.

     E o ano estava apenas começando…

criado por André Marcon    19:23 — Arquivado em: CRÔNICAS
Report abuse Close
Am I a spambot? yes definately
http://papeisavulsos.blog.terra.com.br
 
 
 
Thank you Close

Sua denúncia foi enviada.

Em breve estaremos processando seu chamado para tomar as providências necessárias. Esperamos que continue aproveitando o servio e siga participando do Terra Blog.