30/6/07
AVISO AOS NAVEGANTES
O texto que segue abaixo foi publicado em 2006, logo após o post "06 06 06 Diabo de Cu É Rola" e amplia, de maneira didática, as bordoadas distribuídas no post anterior. Reedito aqui o presente texto na íntegra.
Quem leu o post, certamente ficou indignado com o meu tom agressivo e o meu preconceito explícito a certa gentalha existente em nosso País (e de quebra, no mundo). Acontece que não estou nem aí para essas convenções caretas e para essa praga do "politicamente correto", que não passa de uma hipocrisia imposta por aqueles que são os primeiros a tomar atitudes politicamente incorretas.
Meu objetivo aqui não é incitar um debate para decidir quem está certo ou errado nessa história toda. apenas expresso aqui minha opinião de modo peculiar e certamente desagradável para aqueles de estômago mais sensíveis e que estão acostumados a um debate franco, onde ambas as partes apresentam seus respectivos pontos de vista e, assim, buscam a concórdia e o respeito mútuos. Tudo isso é muito lindo, tudo é maravilhoso, mas, na realidade, as coisas não são bem assim.
Dizem que a regra de ouro de um debate é a apresentação de argumentos sólidos que justifiquem o ponto de vista defendido por determinado grupo ou pessoa. Um pensamento sistemático que leve o interlocutor a compreender o que leva tal grupo ou pessoa a pensar e agir de determinada maneira e, assim, buscar o entendimento entre as partes interessadas. Não é o caso deste blog. Aqui, não há partes interessadas. Aqui não defendo nenhum grupo ou indivíduo. Aqui não sobreponho nenhuma linha de pensamento nem faço proselitismo para arranjar "adeptos" de nenhuma idéia nova ou antiga. Este blog é apenas um sanatório. Um sanatório onde desfilam os tipos mais abjetos e hediondos. Um lugar sombrio, tétrico, confuso, que só os espíritos mais ousados aventuram-se a desbravá-lo. O ar é rarefeito, o chão ora escorregadio ora pantanoso (ele pode sumir sob seus pés, cuidado!), o clima transcende do silêncio tumular ao barulho insuportável (acho que estou superestimando esta humilde página… Não é nada tão sério assim…).
Certamente, escrever e publicar uma página na internet é uma responsabilidade muito grande. É preciso pensar que milhões de pessoas no mundo todo terão acesso a essa página e não se sabe que tipo de reação pode-se obter ao divulgar uma idéia, uma opinião ou um singelo texto despretensioso qualquer. Cada pessoa que ler aquilo vai interpretar o texto à sua maneira particular. Às vezes, o que parece inofensivo torna-se um grande transtorno. É até contraditório pensar que se tem a liberdade de expressar sua opinião, mas, que se precisa tomar uma série de precauções antes de publicar determinada opinião, levando em conta o risco que se pode correr ao ser mau interpretado por alguém. as conseqüências podem ser desagradáveis. É o preço da liberdade.
O que me levou a escrever este texto foi uma visita que fiz ao site de um filósofo que, há alguns anos, entrou em atrito com um professorzinho de um site vagabundo dito católico que tem por aí a respeito de uma filosofia que só eles lá sabem do que se trata. Picuínhas à parte, trata-se de "conversa de gente grande" de um pessoal que possui anos de estrada e que leciona filosofia, logo, possui uma bagagem cultural extraordinária. Lendo os respectivos artigos, com todos os seus argumentos, citações de autores dos quais nunca ouvi falar, réplicas, tréplicas e o escambau, comecei a pensar sobre a importância de se ter um embasamento sólido para sustentar um ponto de vista. Comecei a pensar no quanto se deve estudar e analisar todos os ângulos de uma questão antes de concluir qual vai ser nossa posição a respeito de determinada questão. Pensando nisso, eu vi o quanto sou imaturo nessa área e o quanto preciso melhorar antes de espalhar meus pontos de vista por aí…
Bem, acho que há me estendi muito com a "sessão neurose". Melhor parar por aqui. Mesmo porque, apesar de ter ciência de que sou um merda e de que não escrevo nada que preste nesta página, ainda prefiro fazer as coisas do meu jeito, portanto, não retiro nada do que escrevi até agora e quero que todos os idiotas que leram e não gostaram de alguma coisa ou de tudo o que está aqui vão até a feira, comprem uma mandioca bem grande e, quando chegarem em casa, arriem as calças, fiquem de quatro e enfiem a mandioca em seus respectivos orifícios anais.
Depois dessa, acredito que coloquei tudo em pratos limpos, cambada. Não fiquem bravos, não. Esta não foi a primeira e nem será a última comida de rabo que darei em quem me enche o saco, leitor amigo. Portanto, em caso de dúvida, não se engane: o que está ruim sempre pode ficar pior. Não se esqueça disso. Até logo mais, galera.
P.S.: A briga entre o filósofo e o professorzinho a que eu me referi trata-se nada mais na da menos do que a peleja entre o filósofo Olavo de Carvalho e o "professor" Orlando Fedeli, do site-comédia Montfort (leia artigo a respeito AQUI). Apesar da idade e (vá lá) sabedoria de ambos, eles parecem dois moleques brigando… Ridículo! Como bom ateu e inimigo do "professor" Fedeli que sou, obviamente dei razão ao Olavo de Carvalho, e por isso passo aqui a página onde ele desanca esse arremedo de Torquemada e santo-do-pau-oco que é o "professor" da Montfort. São nove textos apresentando a verdadeira face do adorado "professor" Fedeli. Vão lá e divirtam-se:
criado por André Marcon
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